shirley horn

shirley hornUma das vozes mais sublimes do jazz e apreciadora de baladas românticas e lentas cantava como se sussurrasse e foi chamada de ‘a diva da suavidade’ por suas canções e estilo de interpretação. É assim o canto de Shirley Horn, nome sagrado de uma raça em extinção, a dos grandes 'jazz singers'. Shirley Horn Valerie foi pianista, cantora e compositora. Triplo talento de poucos. Nascida em Washington, onde passou quase toda a vida, e de uma família de classe média afro-americana começou a estudar piano aos quatro anos, incentivada por sua mãe que tinha esperança de que ela seria uma artista negra pioneira na música clássica. Aprendeu a cantar ouvindo Billie Holiday, Ella Fitzgerald e Carmen McRae. Com 12 anos começou a estudar na Universidade Howard. Ganhou uma bolsa de estudos para a Juilliard School de New York, mas a situação financeira a manteve em Washington, onde continuou sua formação na Howard antes de partir para o jazz. Oscar Peterson tornou-se seu Rachmaninoff, e Ahmad Jamal o seu Debussy. Na adolescência, ela atraiu um pequeno grupo de fãs tocando em bares de Washington. Uma noite, um velho cliente lhe prometeu um urso de pelúcia de quatro metros de altura se ela cantasse ‘My Melancholy Baby’. Muito tímida, foi difícil para Shirley Horn cantar, mas ela queria muito o urso de pelúcia. Superada a timidez, ela incorporou o canto em seu ato de ganhar dinheiro extra e, em meados da década de 1950 era vocalista de um pequeno conjunto musical que se apresentava em clubes de jazz. Seu disco de estréia gravado em New York impressionou o trompetista Miles Davis que a convidou a abrir uma de suas temporadas no lendário clube ‘Village Vanguard’, em Nova York. O sucesso dessas apresentações levou-a a gravar outros discos.

shirley horn

O envolvimento com Miles Davis anunciava uma fase de esperança em sua carreira. No ‘Village Vanguard’, ela conheceu o ator Sidney Poitier, que veio até ela e disse o quanto ele gostava da sua música. Ela cantou na trilha sonora de seu filme ‘For Love of Ivy’ de 1968. A exposição no Vanguard levou-a um contrato com a gravadora Mercury, e apesar de trabalhar com músicos de primeira linha, Shirley Horn estava descontente, ela não queria apenas cantar, queria também tocar piano. Retornou a Washington, onde retomou a vida familiar, com o nascimento da filha Rainy reduziu propositalmente o ritmo de sua carreira num momento de ascensão do rock, da disc music, época em que os clubes de jazz estavam fechando. Reavivando a sua carreira na década de 80, começou a ir além de Washington com o baixista Charles Ables e o baterista Steve Williams. Depois de assinar um contrato com a 'Verve', a sua gravação ao vivo em Hollywood ‘I Thought About You’ em 1987, tornou-se seu grande lançamento após 20 anos.

Ela era a cantora do ano, e, possivelmente, a pianista também. Arrastava multidões para as salas de concerto do mundo todo e atraiu grandes artistas. Em seu álbum ‘You Won't Forget Me’ (1990), ela se juntou com Miles Davis e em outros álbuns, com artistas como o gaitista Toots Thielemans e o trompetista Wynton Marsalis. Em 1992, ela cumpriu um desejo de longa data ao ser apoiada por cordas e trabalhou com o arranjador e compositor Johnny Mandel no álbum ‘Here's to Life’, que passou 16 semanas como o número 1 na parada de jazz da Billboard. Vítima de diabetes amputou o seu pé direito, o que não a impediu de se manter nos palcos. Durante anos usou uma cadeira de rodas e morreu aos 71 anos, em Washington, após uma longa batalha contra a doença. Era assim Shirley Horn, capaz de, no espaço de uma sílaba, reinventar uma canção, no tempo de um silêncio, tocar a plenitude musical.

shirley horn - and I love him


Shirley Horn - Travelin' Light  (1965)

Travelin' Light (1965)

Tracklist
01. Travelin' Light 02. Sunday in New York 03. I Could Have Told You 04. Big City 05. I Want to Be With You 06. Some of My Best Friends Are the Blues 07. Someone You've Loved 08. Don't Be on the Outside 09. You're Blase 10. Yes, I Know When I've Had It 11. Confession 12. And I Love Him

Shirley Horn - Here's to life (1992)

Here's to life (1992)

Tracklist
01. Here's To Life 02. Come A Little Closer/Wild Is The Wind 03. How Am I To Know 04. A Time For Love 05. Where Do You Start 06. You're Nearer 07. Return To Paradise 08. Isn't It A Pity? 09. Quietly There 6 10. If You Love Me (Really Love Me) 11. Summer (Estaté)

shirley horn - you won't forget me (1991)

You Won’t Forget Me (1991)

Tracklist
01. The Music That Makes Me Dance 02. Come Dance With Me 03. Don’t Let The Sun Catch You Cryin’ 04. Beautiful Love 05. Come Back To Me 06. Too Late Now 07. I Just Found Out About Love 08. It Had To Be You 09. Soothe Me 10. Foolin’ Myself 11. If You Go 12. You Stepped Out Of A Dream 13. You Won’t Forget Me 14. All My Tomorrows

shirley horn - I remember miles (1998)

I Remember Miles (1998)

Tracklist
01. My Funny Valentine 02. I Fall in Love Too Easily 03. Summertime 04. Baby, Won’t You Please Come Home 05. This Hotel 06. I Got Plenty O’ Nuttin’ 07. Basin Street Blues 08. My Man’s Gone Now 09. Blue in Green

amadeus e salieri

Wolfgang Amadeus MozartWolfgang Amadeus Mozart

Para quem já ouviu uma de suas músicas, os adjetivos gênio e divino são inevitáveis, até Beethoven assim o classificou. Ele deu ao mundo uma música que está entre as poucas razões para se acreditar que a vida faz sentido. Johannes Chrysostomus Wolfgangus Teophilus assim ele foi batizado onde nasceu, Salzburgo, mas ele sempre preferiu usar Amadeus, a forma latina de seu nome Teophilus, e ficou mais conhecido como Wolfgang Amadeus Mozart. Amadeus teve uma infância prodigiosa, porém, quando adulto, sofreu humilhações, perdeu os pais ainda cedo e sofreu com a dor de perder vários filhos, além de ser massacrado com todo o tipo de doença, que acabaram por ceifar sua vida aos 35 anos de idade. Seu pai, Leopold, nada via de impróprio na exploração do talento de seu filho e o fez viajar incessantemente, sem se preocupar com o efeito exaustivo dessas peregrinações sobre a saúde e o desenvolvimento psicológico de um menino de pouco mais de 6 anos.

Várias cidades alemãs foram percorridas até Amadeus chegar a Paris, grande centro musical que seu pai queria conquistar. Foi na cidade luz que surgiram as primeiras obras impressas e Mozart tocou para o rei e a nobreza. A próxima cidade a ser conquistada foi Londres, onde conheceu Johann Christian Bach, filho de J. S. Bach, uma das influências mais fortes na formação de seu estilo. Mozart escreveu, então, suas primeiras sinfonias, aproveitando os dias em que Leopold estava doente. Este ritmo pesado não poderia deixar de ter conseqüências para a saúde do menino. Em Haia, Wolfgang caiu doente, com tifo, foi a primeira da série de doenças que acabaram levando-o cedo demais. Leopold convenceu-se de que o filho precisava descansar e permitiu-lhe que ficasse em casa, mas sempre estudando e compondo concertos para piano e orquestra. Aumentaram os compromissos, todos queriam conferir o magnífico talento de Mozart. E mesmo doente, ele transmitia alegria através da música e não queria parar, a música era tudo em sua vida.

Aos 12 anos compõe em Viena sua primeira ópera bufa, ‘La Finta Semplice’. Consegue o título de maestro de concertos e viaja para a Itália, onde passa dois anos percorrendo Nápoles, Milão e Roma, sempre com sucesso. Aos 16 anos já havia composto mais de 200 obras e ainda tinha tempo para o lado sentimental. Conheceu Aloysia Weber por quem se apaixonou loucamente, mas foi com a irmã dela, Constanze, que se casou. O mundo teve muitos gênios precoces, mas nenhum tão impressionante quanto esse menino austríaco, dotado de um dom misterioso, que fazia com que fluísse dele, instintivamente, desde a infância, música de qualidade inigualável. O 'Réquiem em D menor' foi a última composição, e é uma das suas mais populares e mais respeitadas obras. Tem havido um debate sobre o quanto de música Mozart conseguiu concluir antes de sua morte, e quanto mais tarde foi composta por Franz Xaver Süssmayr, ou possivelmente outros.

amadeus mozart - sequentia lacrimosa dies illa


Wolfgang Amadeus Mozart – Réquiem

Requiem

Tracklist
01. Introitus - Requiem aeternam 02. Kyrie 03. Sequentia - Dies irae 04. Sequentia - Tuba mirum 05. Sequentia - Rex tremendae majestatis 06. Sequentia- Recordare, Jesu Pie 07. Sequentia- Confutatis Maledictis 08. Sequentia- Lacrimosa Dies Illa 09. Offertorium- Domine Jesu Christe 10. Offertorium- Hostias Et Preces 11. Sanctus 12. Benedictus 13. Agnus Dei 14. Communio - Lux aeterna

Antonio Salieri

Antonio Salieri

O italiano Antonio Salieri compôs dezenas de óperas, deu aulas a alguns dos maiores compositores da história e inspirou sonatas de Beethoven. Mas seu nome é lembrado pela frase: ‘Eu matei Mozart. Eu matei Mozart’, que ninguém sabe se ele proferiu mesmo ou se não passa de boato maldoso. Salieri nasceu em Veneza. Era um músico de talento, tanto que, aos 16 anos, foi notado pelo compositor da corte austríaca Florian Gassmann, que o levou para Viena, onde fez sua estréia com a ópera ‘Le Donne Letterate’. Quatro anos depois, ele assumiu o cargo de Gassmann e se tornou compositor da corte do imperador e diretor da orquestra do Teatro Municipal de Viena. Poucos músicos tinham o privilégio de um salário, a maioria era obrigada a se contentar com encomendas dos poucos mecenas endinheirados ou com turnês caça-níqueis pelas capitais européias. Era o caso de Wolfgang Amadeus Mozart, seis anos mais novo que o italiano. Enquanto Salieri compunha a ópera que inaugurou o fantástico Teatro della Scala, em Milão, Mozart peregrinava tocando pela Itália. Enquanto Salieri dava aulas a alunos ilustres, como o austríaco Schubert, o húngaro Liszt e o alemão Beethoven, Mozart tentava ganhar a vida em Paris.

Quando Mozart mudou-se para Viena, e fez sucesso, mesmo assim não se comparou ao estrelato de Salieri. A ópera ‘Don Giovanni’, de Mozart, foi ofuscada pela recepção estrondosa que o público vienense deu a ‘Tarare’, de Salieri. O fato é que os dois músicos provavelmente se davam bem. Verdade que, vez ou outra, se encontra nas cartas de Mozart uma referência despeitada ao italiano e ao seu poder, mas jamais foi encontrado um indício qualquer de que Salieri tivesse algo contra Mozart. Quando Mozart produziu a ópera ‘A Flauta Mágica’, Salieri assistiu e derramou-se em elogios. Dias depois Mozart começou a sentir enjôos e dores nos braços e nas pernas. Quinze dias depois, morreu. O médico diagnosticou febre reumático-inflamatória. Uma semana depois, apareceu, numa publicação alemã, o boato de que Mozart fora envenenado. Não havia razão nenhuma para crer na hipótese conspiratória. Doenças assim eram comuns. Mozart fora tratado com sangrias feitas com instrumentos não esterilizados. Estranho seria ele sobreviver.

Trinta anos mais tarde, surgiu o Romantismo, baseado na sensibilidade e no lirismo. Os românticos adoravam Mozart e seu estilo arrebatado e desprezavam o conservadorismo de Salieri. Surgiu então o boato de que o austríaco fora envenenado pelo italiano. Ninguém sabe onde a história nasceu. Mas é previsível que alguém inventasse um final trágico para a vida do maior músico de todos os tempos, os românticos adoravam histórias assim. Salieri continuava vivo e era atormentado pelas intrigas. A suposta confissão do crime, nunca comprovada, teria sido feita quando o italiano estava internado em um hospício. Ele morreria dois anos depois. Em 1830, outro gênio, o escritor russo Aleksandr Pushkin, escreveu o drama ‘Mozart e Salieri’, no qual descreve a cena em que Salieri derrama veneno na bebida de Mozart. Essa cena foi revivida várias vezes, primeiro na ópera 'Mozart e Salieri', que Rimskji-Korsakov compôs em 1898, depois na peça ‘Amadeus’, que Peter Shaffer escreveu em 1970, e, finalmente, no filme homônimo, que Milos Forman dirigiu em 1984. Ficou para a história a versão, por mais improvável que ela fosse. (fonte: revista superinteressante)

antonio salieri - dies irae


Antonio Salieri - Requiem

Requiem

Tracklist
01. Introitus-Kyrie 02. Dies irae 03. Offertorium 04. Domine Jesu Christe 05. Mater Jesu 06. Sanctus benedictus 07. Agnus Dei 08. Libera Me

annie lennox

annie lennoxIntérprete inigualável de formação clássica a escocesa Annie Lennox canalizou as suas alegrias e mágoas pessoais nas suas músicas e apareceu nos palcos como a rainha do glamour loiro dos anos 80. Mas, ao contrário de alguns astros da música pop que escondem a falta de talento por trás de figurinos polêmicos, Annie Lennox é também uma cantora talentosa e poderosa. Primeiro ganhou atenção nacional no duo ‘Eurythmics’, e junto com o parceiro Dave Stewart criou uma música misteriosa e taciturna que abraçou a paixão e o otimismo, o desapego e o desespero. É dela o tom inesquecível de 'Sweet dreams', um dos grandes hits. Depois do fim de ‘Eurythmics’, Lennox provou seu talento como artista solo em 1992 com os discos de platina ‘Diva’ e ‘Medusa’, quando também se revelou como compositora. Lennox percorreu um longo caminho para a fama e a fortuna. Ela cresceu na cidade portuária de Aberdeen, na Escócia, onde sua família morava em um bairro de classe operária. Seu pai, um estivador, adorava música e era talentoso na gaita de foles. Ele incentivou a filha a estudar flauta e piano, e com 17 anos, Annie ganhou uma bolsa de estudos para a prestigiosa ‘Royal Academy of Music’ em Londres. No entanto, seus três anos de estudo foram infelizes: todas as meninas pensavam ser Maria Callas. Entretanto, em seu apartamento em Londres, Annie trabalhava em suas próprias composições e cantando explorou um novo território musical. Descobriu o trabalho de dois músicos que muito a influenciaram, a cantora e poetisa canadense Joni Mitchell e Stevie Wonder. Lennox também continuou a ouvir as canções populares escocesas que ela tanto amava desde a infância. Três dias antes de seus exames finais na Academia, Lennox, de repente, saiu para nunca mais voltar. E nos anos seguintes ela trabalhou em uma série de estranhos empregos enquanto cantava com vários grupos, nenhum deles conhecido.

Em 1977, ela estava decidida a abandonar seus sonhos de tornar-se cantora e compositora e planejava uma carreira de professora de música quando Dave Stewart entrou no restaurante onde Lennox trabalhava. Stewart era outro músico em dificuldades, cuja experiência variava de música medieval para as canções de Bob Dylan. Dedicando-se à música desde os 15 anos, ele tinha conseguido se apresentar com vários grupos moderadamente bem-sucedidos, mas a sua carreira estagnou após problemas com drogas e um grave acidente de automóvel. Na época, que ele conheceu Lennox, ele e o cantor e compositor Peet Coombs estavam tentando encontrar trabalho em Londres. E a partir desse momento, Annie e Stewart viveram juntos, e fizeram música juntos, por cerca de quatro anos. Com Peet Coombs, Lennox e Stewart foi formado o grupo ‘Catch’, rebatizado mais tarde como ‘The Tourists’, um grupo bem sucedido que gravou três álbuns e fez turnês por todo o mundo, mas nenhum dinheiro. Desiludidos e envolvidos em disputas com a gravadora, o grupo se separou em 1980. O relacionamento romântico entre Stewart e Lennox também desmoronou. Mas, concordaram que a relação musical era intensa e permaneceram bons amigos e, consequentemente, continuaram como duo e nomearam-se ‘Eurythmics’ e gravaram seu primeiro álbum, ‘In the Garden’ em um estúdio da Alemanha Ocidental. O álbum nunca lançado nos EUA não conseguiu fazer muito nas paradas inglesas. Stewart foi submetido a uma cirurgia de pulmão no momento de seu lançamento e foi incapaz de promover o álbum. Insatisfeitos, Lennox e Stewart decidiram criar seu próprio estúdio de gravação. Primeiro alojaram-se em um sótão, depois mudaram para uma igreja do século XVI onde Stewart começou a experimentar sons musicais incomuns e uma grande variedade de instrumentos e técnicas de sintetizadores. E assim nasceu o primeiro hit ‘Sweet Dreams’ que transformou ‘Eurythmics’ em celebridade internacional.

annie lennox & dave stewart

Annie Lennox & Dave Stewart
(Eurythmics)

‘Touch’, lançado em 1984, rendeu mais singles de sucesso, incluindo ‘Here Comes the Rain Again’ e ‘Right by Your Side’. Esse foi também o ano que Lennox chocou muitos com sua aparição no Grammy Awards. Através de vídeos, ela se tornou conhecida por seu curto cabelo tingido de laranja. No Grammy, ela entrou no palco para cantar ‘Sweet Dreams’ vestida como Elvis Presley, e com as devidas costeletas. Lennox explicou que o seu travestismo, muitas vezes comparada com a de David Bowie, é simplesmente uma reação ao brega, imagem tão explorada por cantoras. Embora ela tenha se estabelecido como masculinizada, ela explorou igualmente apresentações fascinantes, tipicamente femininas, e foi nomeada em 1983 pela revista ‘Playboy’ como uma das dez mulheres mais bonitas do mundo. Perturbada por ataques graves de depressão e com problemas recorrentes em suas cordas vocais foi forçada a descansar a voz tanto quanto possível. Em 1984, na Alemanha, em uma turnê mundial, ela conheceu Radha Raman, um alemão ligado ao movimento Hare Krishna que deu a ela a cura homeopática. No ano seguinte, Lennox e Raman estavam casados, mas a união durou apenas 14 meses. Apesar de seus problemas pessoais, a criatividade de Lennox estava em um ponto alto. Mesmo assim, a parceria de Lennox com Stewart foi se deteriorando, e, embora a dupla nunca tenha oficialmente se dissolvido, após a turnê de 1990, Lennox simplesmente voltou para a sua residência em Londres, ficou grávida do cineasta Uri Fruchtman, com quem se casou em 1987, e começou, pela primeira vez, sozinha, a escrever canções desde que se juntou com Stewart. Seu primeiro álbum solo ‘Diva’, é um auto-retrato estilizado.

annie lennox

Na sua carreira de 26 anos, tanto no ‘Eurythmics’ como artista solo, entre os feitos desta escocesa contam-se 34 singles de sucesso. Contribuiu ainda com ‘Love Song for a Vampire’ para a trilha sonora do filme 'Drácula de Bram Stoker', dirigido por Francis Ford Coppola e em 2004 colaborou para a trilha sonora do filme ‘The Lord of the Rings: The Return of the King’ com a música 'Into the West' com a qual ganhou um Oscar. Fascinada por fotografia, ao longo dos anos deixou-se fotografar por verdadeiros mestres ou por simples colecionadores de imagens. Foram muitas fotos encenadas por ela ou não, onde aparece com a graça que sempre a caracterizou: ar misterioso e profundo, rosto perfeito, olhos cristalinos, lábios finos e uma beleza andrógina. Ativista dinâmica fundou a organização humanitária ‘The SING Campaign’, para aumentar a sensibilização e apoio para a epidemia do HIV na África. Recebeu o prêmio ‘Red Cross Services to Humanity’, em 2008 foi eleita a ‘Mulher Inspiradora do Ano’ e cantou na cerimônia de comemoração do 90.º aniversário de Nelson Mandela.

annie lennox - why


eurythmics - greatest hits (1991)

Eurythmics: Greatest Hits (1991)

Tracklist
01. Love Is A Stranger 02. Sweet Dreams (Are Made Of This) 03. Who-s That Girl? 04. Right By Your Side 05. Here Comes The Rain Again 06. There Must Be An Angel (Playing with My Heart) 07. Sisters Are Doin’It For Themselves (with Aretha Franklin) 08. It’s Alright (Baby’s Coming Back) 09. When Tomorrow Comes 10. You Have Placed A Chill In My Heart 11. Miracle Of Love 12. Sex Crime(1984) 13. Thorn In My Side 14. Don’t Ask Me Why 15. Angel 16. Would I Lie To You? 17. Missionary Man 18. I Need A Man

annie lennox - the annie lennox collection (2009)

The Annie Lennox Collection (2009)

Tracklist
01. Little Bird 02. Walking on Broken Glass 03. Why 04. No More I Love You's 05. Precious 06. A Whiter Shade of Pale 07. A Thousand Beautiful Things 08. Sing (Full Length) 09. Pavement Cracks 10. Love Song for a Vampire 11. Cold 12. Dark Road 13. Pattern of my Life 14. Shining Light

jean-jacques milteau

jean-jacques milteauJean-Jacques Milteau é um gaitista parisiense, cantor e compositor de blues, talvez o maior gaitista francês da história, considerado por muitos o papa do blues. Nascido em Paris, nas imediações de Porte D'Italie, interessou-se pela gaita quando ouviu pela primeira vez, nos anos 60, o folk e o rock de Bob Dylan e Rolling Stones, mas passou batido pelo rock preponderante dessa época e foi se voltar para o ritmo mais ancestral. Ele acompanhou vários cantores franceses de diferentes estilos, tais como Yves Montand e Charles Aznavour. Em 1989, gravou seu primeiro disco, ‘Blues Harp’, e viajou o mundo sempre acompanhado do seu fiel escudeiro, o violonista Manu Galvin e convidados ilustres do blues. Desde então, já acompanhou feras do blues, como Mighty Mo Rodgers, Little Milton e Mighty Sam McClain. Milteau é um curioso caso em que o blues floresce longe de suas terras mais férteis, as regiões do sul norte-americano. A sua paixão pela gaita e pelo blues levaram-no em 2001 até Memphis, onde gravou o disco homônimo com Little Milton e Mighty Sam McClain. No seu trabalho seguinte, ‘Blue 3rd’, gravado em 2003, contou com Gil Scott-Heron, Terry Callier, N’Dambi e Howard Johnson, e com as digníssimas companhias do tubista Howard Johnson e do decano ativista Gil Scott-Heron, o fabuloso autor de ‘Revolution Will Not Be Televised’, hino contracultural dos anos 60. O blues de Milteau ora soa nostálgico e solitário, ora surge vivo e contagiante, com o solo fantástico de sua harmônica. Milteau é hoje um dos mais reputados músicos neste instrumento, com vasta obra técnica publicada sobre o mesmo. Jean-Jacques Milteau veio provar que o blues, apesar de ter nascido negro e norte-americano, também pode ser tocado, com enorme talento e propriedade, por um francês e branco.

Michaël Robinson, Jean-Jacques Milteau, Ron Smyth e Manu Galvin
jean-jacques milteau

jean-jacque milteau - harp blues



Jean-Jacques Milteau – Memphis (2001)
Tracklist
01. T.M.C.P. 02. Heart of Gold (with Mighty Mo Rodgers) 03. Bon Ton Café 04. The Change Has Yet To Come 05. Memphis 06. If You Love Somebody Set Them Free (with Little Milton) 07. Junior Parker 08. City of Angels (To The City Of Lights) (with Mighty Mo Rodgers) 09. Royal Shuffle 10. Master Lester 11. Things Are Gonna Change (with Little Milton) 12. Poppa Willie 13. At Last, on Time (with Mighty Sam McClain) 14. The Feeling Is Real

Jean-Jacques Milteau - Blue 3rd (2004)
Tracklist
01. Blue 3rd 02. Lonely Knows (with N'Dambi) 03. Pride Street 04. Some Kind of Pressure (with Terry Callier) 05. Turtle Walk (with Howard Johnson) 06. Home Is Where the Hatred Is (with Gil Scott-Heron) 07. Rainy Night in Jersey 08. Daddy's Gone (with N'Dambi) 09. Fishing Blues (with Howard Johnson) 10. Englewood 11. Paris Blues (with Terry Callier) 12. Sunday Morning (with Howard Johnson) 13. What a Wonderful World

jean-jacques milteau - Routes (1995)
Tracklist
01. Blue hop 02. Miss boogie 03. Randy & Ry 04. Yaoussa 05. Got no home 06. Ars en ré 07. Rue Doisneau 08. Marcelle & Marcel 09. Hometown 10. Routes 11. The sailor & the maid 12. Saint Pierre 13. Bordighera 14. Soweto 15. Tennesse fried chicken

jean-jacques milteau - live, hot n’blue (2007)
Tracklist
01. Messin' with the kid 02. TMCP 03. Wade in the water 04. My share 05. Boogie mix 06. Same kind of pressure (Terry Calllier) 07. You're so fine (Walter Jacobs) 08. Medley: What'd I say/Hard times/Georgia 09. Demi's walk (Manu Galvin) 10. Junior Parker (Laurent Vernerey) 11. Make some changes (Andrew B. Jones) 12. At last on time (Sam McClain) 13. Chain of fools (Donald Covay) 14. Before you accuse me (Ellas McDaniel) 15. Boogie mix reprise









scorpions

scorpionsAlemanha, final da década de 60. Klaus Meine é vocalista e guitarrista de duas bandas, ‘The Mushrooms’ e ‘Copernicus’. Em 1965, ele conheceu os irmãos e guitarristas Rudolf e Michael Schenker e decidem montar uma banda com Lothar Heimberg no baixo e Wolfang Dziony na bateria. Nascia o ‘Scorpions’. Nascia aí um novo estilo de música. Nascia o hard rock. A banda passou os sete primeiros anos de carreira tentando conquistar o público em bares locais, vindo a gravar seu primeiro álbum ‘Lonesome Crow’, em 1972. Apesar da boa repercussão da estréia, Heimberg e Dziony resolvem deixar o grupo e pouco tempo depois, Michael Schenker torna-se guitarrista do UFO. Sozinhos, Rudolf e Klaus dão continuidade ao trabalho e rapidamente entram em contato com o guitarrista Ulrich Roth, mais conhecido como Uli Jon Roth, que por sua vez convida o baixista Francis Buchholz e o baterista Jurgen Rosenthal para completar o time. Fazem algumas apresentações e lançam o segundo disco ‘Fly to the Rainbow’, em 1974. No ano seguinte, Rudy Lenners assume as baquetas e o terceito álbum ‘In Trance’ faz sucesso em toda a Europa, dando início a uma turnê que consagrou o ‘Scorpions’ como uma das melhores bandas de rock ao vivo.

Ao lado de Rudolf Schenker, Klaus Meine jamais deixou o ‘Scorpions’ e, junto com ele, é responsável pela maioria das composições da banda. Com a entrada do guitarrista Ulrich Roth o ‘Scorpions’ faz grande sucesso na Europa graças aos ótimos álbuns que lança, e a voz marcante de Klaus que em 1981 a perdeu como consequência do aparecimento de nódulos em suas cordas vocais. Aconselhado por fonoaudiólogos a deixar de lado a carreira, recorreu à ajuda de um famoso especialista em Viena, que tratava cantores de ópera, passou por duas cirurgias e um treino vocal intenso, tratamento tão eficiente que Klaus Meine voltou com amplitude vocal ainda maior do que tinha anteriormente. E foi aí que recebeu a maior prova de amizade de seus companheiros que o aguardaram a se recuperar da delicada cirurgia para prosseguirem. Três anos após as cirurgias e o tratamento, Klaus Meine gravou em 1984 ‘Still loving you’, um dos hinos do rock mundial, grande sucesso até hoje.

scorpions

scorpions - always somewhere



Scorpions - Greatest Ballads

Greatest Ballads (2002)

Tracklist
01. White Dove 02. Wind of Change 03. Still Loving You 04. Always Somewhere 05. Holiday 06. When The Smoke Is Going Down 07. Lady Starlight 08.Walking On The Edge 09. Born To Touch Your Felelings 10. Under The Same Sun 11. Woman 12. Lonely Nights 13. Destiny 14. Send me an Angel

Scorpions – Platinum Collection

Platinum Collection (2005)
CD 1    CD 2    CD 3

Tracklist CD 1
01. In Trance 02. Crying Days 03. Pictured Life 04. He's a Woman - She's a Man 05. Coast to Coast 06. Lovedrive 07. Is There Anybody out There? 08. Holiday 09. Another Piece of Meat 10. Make It Real 11. Zoo 12. Hey You 13. Blackout 14. Can't Live Without You 15. Now! 16. Dynamite

Tracklist CD 2
01. No One Like You 02. Bad Boys Running Wild 03. Still Loving You 04. Big City Nights 05. Rock You Like a Hurricane 06. Coming Home 07. Rhythm of Love 08. Believe in Love 09. Passion Rules the Game 10. Can't Explain 11. Living for Tomorrow 12. Wind of Change 13. Send Me an Angel 14. Alien Nation 15. No Pain No Gain 16. Under the Same Sun

Tracklist CD 3
01. You and I 02. Does Anyone Know 03. Wild Child 04. Where the River Flows 05. Edge of Time 06. When You Came into My Life (New Version) 07. Moment in a Million Years 08. 10 Light Years Away 09. Eye to Eye 10. Mysterious 11. Aleyah 12. Moment of Glory (Berliner Philharmoniker) 13. Here in My Heart (Berliner Philharmoniker) 14. When Love Kills Love 15. Deep and Dark 16. Remember the Good Times (Rerro Garage Mix)

nina simone

nina simoneNina Simone, nascida em Tryon em 1933, foi uma grande pianista, cantora e compositora. O nome artístico foi adotado aos 20 anos, para que pudesse cantar blues, a 'música do diabo', nos cabarés de New York, Filadélfia e Atlantic City, escondida de seus pais, que eram pastores metodistas. 'Nina' veio do Espanhol (Niña: menina), e 'Simone' foi uma homenagem à grande atriz do cinema francês Simone Signoret, sua preferida. De todos os cantores mais importantes do século 20, Nina Simone foi uma das mais difíceis de classificar. Ela gravou soul, jazz, pop e, muitas vezes ao longo do mesmo álbum. Como Aretha Franklin ou Dusty Springfield, Simone era eclética e trouxe qualidade e emoção a qualquer canção que interpretou. O que também a impediu de alcançar um público maior. O mesmo pode ser dito de sua apresentação no palco, admirada por sua honestidade direta e individualismo, ela também era conhecida por suas brigas com o público e os promotores dos shows.

Criada em uma família de oito filhos, ela originalmente abrigava esperanças de se tornar uma pianista clássica. Nina foi uma das primeiras artistas negras a ingressar na renomada 'Julliard School of Music', em New York, uma posição rara para uma mulher afro-americana em 1950. Precisando se sustentar enquanto estudava, trabalhou como acompanhante e dando aulas de piano. Em um teste para um emprego como pianista em uma boate em Atlantic City, foi-lhe dito que ela teria o lugar se ela cantasse tão bem como tocava. Quase por acaso, ela começou a esculpir a sua reputação como cantora, apesar de suas habilidades ao piano. No final dos anos 50, começou a gravar. Em 1959, sua versão de ‘I Loves You Porgy’ de George Gershwin deu-lhe o top 20. No início dos anos 60, ela gravou nada menos que nove álbuns. Em um breve contato com sua obra, aqueles que não conhecem percebem logo a diversidade de estilos pelos quais Nina Simone se aventurou, desde o gospel, passando pelo soul, blues, folk e jazz, canções folclóricas israelenses, spirituals e temas de filmes.

nina simone

Como muitos artistas negros de meados dos anos 60, Simone foi profundamente afetada pelo Movimento dos Direitos Civis e crescente orgulho negro. Nina Simone se destacou e foi perseguida por ser negra e por abraçar publicamente todo tipo de combate ao racismo. Seu envolvimento era tal, que chegou inclusive a cantar no enterro do pacifista Martin Luther King. Casada com um policial nova-iorquino, Nina também sofreu com a violência do marido, que a espancava. Sua canção 'Mississipi Goddamn' tornou-se um hino ativista da causa negra, e fala sobre o assassinato de quatro crianças negras em uma igreja de Birmingham em 1963. Nina é lembrada como uma intérprete de raro ecletismo, nas suas apresentações, era capaz de entoar um hino anti-racista, como 'Mississipi Goddamn' para logo em seguida 'ressuscitar' a platéia com 'Here Comes the Sun', dos Beatles. Era uma intérprete visceral, compositora inspirada e tocava piano com energia e perfeição.

Simone caiu em tempos turbulentos na década de 70, encontrou sérios problemas financeiros e tornando-se uma espécie de nômade, fixou-se em vários pontos na Suíça, Libéria, Barbados, França e Grã-Bretanha. Ela teve um ressurgimento imprevisível em 1987, quando o hit ‘My Baby Just Cares for Me’, se tornou um grande sucesso britânico depois de ser usada em um comercial de televisão do perfume Chanel. Outros destaques foram as suas versões de ‘Don't Let Me Be Misunderstood’, cover da banda ‘The Animals’ e o hit ‘I Put a Spell on You’, além da canção dos Beatles, ‘Michelle’. O ano de 1993 marcou o seu retorno a uma grande gravadora norte-americana, e foi impulsionada quando várias de suas canções foram apresentados no filme ‘Point of No Return’. Ela publicou sua biografia, ‘I Put a Spell on You’, em 1991, mas ficou cada vez mais frágil ao longo dos anos 90 e teve que ser ajudada durante uma apresentação em 2001 no Carnegie Hall. Nina Simone morreu em 2003 em sua casa na França.

nina simone - my way


nina simone - original album classics (2009)

Original Album Classics (2009)
CD 1    CD 2    CD 3    CD 4    CD 5

CD 1: 'Nuff Said (Live) (1968)
01. In The Morning 02. Sunday In Savannah 03. Backlash Blues 04. Please Read Me 05. Gin House Blues 06. Why? (The King Of Love Is Dead) 07. Peace Of Mind 08. Ain't Got No - I Got Life (from the Broadway musical "Hair") 09. I Loves You Porgy (from "Porgy and Bess") 10. Take My Hand Precious Lord 11. Do What You Gotta Do

CD 2: To Love Somebody (1969)
01. Suzanne 02. Turn! Turn! Turn! (To Everything There Is A Season) 03. Revolution (Part 1) 04. Revolution (Part 2) 05. To Love Somebody 06. I Shall Be Released 07. I Can't See Nobody 08. Just Like Tom Thumb's Blues 09. The Times They Are A Changin'

CD 3: Black Gold (Live) (1970)
01. Black Is The Color Of My True Love's Hair 02. Black Is The Color Of My True Love's Hair 03. Ain't Got No - I Got Life 04. Westwind 05. Who Knows Where The Time Goes 06. The Assignment Sequence 07. To Be Young, Gifted And Black

CD 4: It Is Finished (Live) (1974)
01. The Pusher 02. Com' By H'Yere-Good Lord 03. Funkier Than A Mosquito's Tweeter 04. Mr. Bojangles 05. I Want A Little Sugar In My Bowl 06. Dambala 07. Let It Be Me 08. Obeah Woman

CD 5: Nina Simone And Piano! (1969)
01. Seems I'm Never Tired Lovin' You 02. Nobodys Fault But Mine 03. I Think It's Going To Rain Today 04. Everyone's Gone To The Moon 05. Compensation 06. Who Am I 07. Another Spring 08. The Human Touch 09. I Get Along Without You Very Well (Except Sometimes) 10. The Desperate Ones 11. Music For Lovers (bônus) 12. In Love In Vain (bônus) 13. I'll Look Around (bônus) 14. The Man With The Horn (bônus)

nina simone - legends (2005)

Legends (2005)
CD 1    CD 2    CD 3

Tracklist CD 1
01. To Be Young, Gifted and Black 02. I Loves You Porgy 03. In the Morning 04. I Think It's Gonna Rain Today 05. Angel of the Morning 06. Go to Hell 07. I Wish I Knew How It Would Feel to Be Free 08. Suzanne 09. The Backlash Blues 10. Cherish 11. Revolution, Pt. 1 & 2 12. Just Like Tom Thumb's Blues 13. Sunday in Savannah 14. I Get Along Without You Very Well (Except Sometimes) 15. Everyone's Gone to the Moon 16. The Gin House Blues 17. Blues for Mama

Tracklist CD 2
01. Here Comes the Sun 02. I Want a Little Sugar in My Bowl 03. I Can't See Nobody 04. Just Like a Woman 05. Nobody's Fault But Mine 06. I Shall Be Released 07. Do What You Gotta Do 08. My Man's Gone Now 09. Turning Point 10. It Be's That Way Sometimes 11. Please Read Me 12. Day and Night 13. Do I Move You 14. Since I Fell for You 15. Mississippi Goddam 16. My Sweet Lord 17. Mr. Bojangles

Tracklist CD 3
01. To Love Somebody 02. Seems I'm Never Tired of Loving You 03. Turn Turn Turn 04. Black Is the Color of My True Love's Hair 05. Ooh Child 06. The Pusher 07. Ain't Got No (I Got Life) 08. The House of the Rising Sun 09. The Times They Are A-Changin' 10. Turn Me On 11. New World Coming 12. The Look of Love 13. Save Me 14. The Desperate Ones 15. My Baby Just Cares for Me [Live] 16. My Way

the very best of nina simone vol 1

The Very Best of (2006)

Tracklist
01. Ain't Got No, I Got Life 02. My Baby Just Cares For Me 03. Feeling Good 04. I Put A Spell On You 05. I Loves You Porgy 06. Don't Let Me Be Misunderstood 07. The Look Of Love 08. I Wish I Knew How It Would Feel To Be Free 09. I Want A Little Sugar In My Bowl 10. Do I Move You 11. Do What You Gotta Do 12. To Be Young, Gifted and Black 13. Since I Fell For You 14. Nobody's Fault But Mine 15. I Think It's Going To Rain Today 16. Sinnerman 17. Times They Are A Changin' 18. Mr Bojangles 19. Here Comes The Sun 20. To Love Somebody 21. Ain't Got No, I Got Life

faith no more

faith no more 1Misturar heavy metal com outros estilos quase nunca dá certo. Ainda mais se esses estilos forem funk e rap, somados ao uso constante de um teclado e metal com sintetizadores misturados. O que seria a fórmula do fracasso para qualquer outra banda, acabou sendo motivo de consagração, isso porque a banda em questão se chama ‘Faith No More’ e tem 'white boys' tocando funk pendendo para a onda heavy metal. O grupo surgiu em 1982, vindo das cinzas do ‘Faith No Man’, banda formada e liderada por Mike 'The Man' Morris, Roddy Bottum (gay assumido), Mike 'Puffy' Bordin e Billy Gould. Então os integrantes do grupo decidiram livrar-se de Morris e formaram uma nova banda e lhe deram o nome de ‘Faith No More’ já que 'The Man' (Morris) 'não mais' (no more, em inglês) faria parte do grupo. Em seu lugar foi recrutado Jim Martin na guitarra. Diversos músicos ocuparam a vaga de vocalista nesta fase, dentre eles Courtney Love, até se chegar em Mike Patton, ele que em pouco tempo se tornaria o líder e a figura mais emblemática do grupo e também conhecido pela utilização da maior variedade de estilos e técnicas vocais que lhe valeu o título de 'Mr. 1000 Voices'. Mike Patton entrou no 'Faith No More' direto para o estúdio onde a banda gravou em 1989, o álbum 'The Real Thing', um verdadeiro divisor de águas na carreira do grupo, com canções mais bem resolvidas e com o carisma de Mike Patton contribuindo para transformar o 'Faith No More' num grande sucesso comercial. A canção responsável pela transição foi 'Epic', que com seu arranjo grandioso faz jus ao título da canção.

Com uma das vozes mais impressionantes dos últimos tempos dentro da hard-music, Mike Patton faz deste álbum o melhor do 'Faith no More', sem percalços do começo ao fim, até no jazz de 'Edge of the World'. Um som original, e uma entrega total à música, fizeram com que o grupo, se tornasse uma das maiores bandas rock de sempre. Criados na quente cidade de Los Angeles desde cedo estiveram ligados ao movimento underground da mesma cidade passando pelo circuito de bares locais. O ano de 1989 foi um ano de transição e as descargas funky emanavam mais testosterona que nunca, repletas de sexualidade e magia, então dá-se o boom do funk metal. Depois do boom do grunge, em 1995 a banda perdeu alguma popularidade, mas ainda eram respeitados por fãs de todos os estilos e por toda a crítica. Mas os problemas tomaram proporções insuperáveis e foi através de um e-mail que Billy Gould, ao final de uma turnê européia, anunciou o tão falado final da banda. Dali para frente, os integrantes passaram a dedicar seu tempo a projetos pessoais de forma integral. Roddy Bottum recebendo bons resultados no cenário indie; Mike Bordin assumiu as baquetas da banda de Ozzy Osbourne; Jim Martin reside em um rancho interiorano e dedica-se, além de seus projetos musicais, a plantar abóboras gigantescas; e Mike Patton que justificou o fim do 'Faith No More', dando aos fãs um motivo para acreditar que a banda devia sim chegar ao final, enfileirou projetos de qualidade em pouquíssimo tempo. De forma madura, Patton levou à sua maneira a tarefa de adotar os fãs que lamentaram o final desta que foi uma das bandas mais autênticas e cultuadas dos anos 1990.

John Hudson, Mike Bordin, Roddy Bottum, Mike Patton, Billy Gould

faith no more

Faith No More - The real thing (1989)

The Real Thing (1989)

Tracklist
01. From out of Nowhere 02. Epic 03. Falling yo Pieces 04. Surprise! You're Dead! isten 05. Zombie Eaters 06. The Real Thing 07. Underwater Love 08. The Morning After 09. Woodpecker from Mars 10. War Pigs 11. Edge of the World

faith no more - the works (2008)

The Works (2008)
CD 1    CD 2    CD 3

Tracklist CD 1
01. Introduce Yourself 02. Anne's Song 03. Chinese Arithmetic 04. We Care a Lot 05. From out of Nowhere 06. Epic 07. Falling to Pieces 08. Underwater 09. Zombie Easters 10. The Morning After 11. Faster Disco 12. Crack Hitler 13. Caffeine 14. Malpractice 15. Surprise! You're Dead!

Tracklist CD 2
01. A Small Victory 02. Be Aggressive 03. Everything's Ruined 04. Midlife Crisis 05. Kindergarten 06. Land of Sunshine 07. Smaller and Smaller 08. Jizzlober 09. Digging the Grave 10. Star Ad 11. Ricochet 12. Evidence 13. Ashes to Ashes 14. Last Cup of Sorrow 15. She Loves Me Not

Tracklist CD 3
01. War Pigs [Live] 02. Midnight Cowboy 03. The Perfect Crime 04. The Grade [Live] 05. The Real Thing [Live] 06. We Care a Lot [Live] 07. Edge of the World [Live] 08. The Cowboy Song [Live] 09. Falling to Pieces [Live] 10. Woodpecker from Mars 11. RV 12. As the Worm Turns [Live] 13. I Started a Joke 14. Easy

Faith No More – The Very Best (2009)

The Very Best (2009)
CD 1    CD 2

Tracklist CD 1
01. The Real Thing 02. From Out Of Nowhere 03. Epic 04. We Care A Lot 05. R'n'R 06. Kindergarten 07. Caffeine 08. Land Of Sunshine 09. Be Aggressive 10. Midlife Crisis 11. A Small Victory 12. Everythings Ruined 13. Evidence 14. Digging The Grave 15. Ricochet 16. Ashes To Ashes 17. Stripsearch 18. Easy

Tracklist CD 2
01. Absolute Zero (B-Side On Digging The Grave Single 1995) 02. The Big Kahuna (B-Side On Ashes To Ashes Single 1997) 03. Light Up And Let Go (B-Side On Ashes To Ashes Single 1997) 04. I Won't Forget You (Rarity Previously Released On Who Cares A Lot Greatest Hits Album 1998) 05. The World Is Yours (B-Side On I Started A Joke Single 1998) 06. Hippie Jam Song (Rarity Previously Released On Who Cares A Lot Greatest Hits Album 1998) 07. Sweet Emotion (Given Away With "Kerrang!" Magazine In 1989) 08. New Improved Song (Given Away With "Sounds" Magazine In 1988) 09. Das Schutzenfest (B-Side On Evidence Single 1995) 10. This Guy's In Love With You (B-Side On I Started A Joke Single 1998)

faith no more - edge of the world



echo and the bunnymen

echo and the bunnymen 1'Echo and the Bunnymen' é uma banda inglesa que surgiu em 1978. O quarteto também foi formado em Liverpool onde, nas sombras dos 'Beatles', teve a ousadia de misturar rock e poesia em plena ebulição do movimento pós-punk. Influenciada por 'Velvet Underground', 'The Doors' e Leonard Cohen, a banda britânica foi, ao lado do 'The Smiths', a mais importante dos anos 80. Hoje, bandas como 'Hole', 'Smashing Pumpkins' e 'Oasis' se dizem influenciados pelo 'Echo & the Bunnymen' só para terem respeito da mídia, mas não chegam nem aos pés dos homens coelhos. Ian McCulloch (vocalista, guitarrista e compositor), Will Sergeant (guitarrista), Les Pattinson (baixista) e Pete de Freitas (baterista) são um marco no cenário musical. Ian McCulloch já se destacou como um compositor com faro inigualável entre as bandas do final da década de 70 para escrever grandes canções. Ele já deu diversas entrevistas dizendo que sempre procura escrever músicas que possam sensibilizar as pessoas através das letras e das melodias. Essa qualidade deu ao líder da banda a obsessão de escrever a mais bela canção. Chegou muito perto com 'The Killing Moon', a quase perfeição musical que desbancaria carreiras inteiras de bandas da mesma epóca como 'The Cure', 'Joy Division' e 'The Smiths'. Provavelmente, McCullogh foi mandando a Terra com esta missão: a de realizar canções de um lirismo desconcertante e não deixar o que há de mais lindo no rock se extinguir. Em 1987 a banda se separou. Em 1990, o baterista Pete de Freitas morreu num acidente de moto. Em 1995, Ian resolveu reativar a banda. O 'Echo & the Bunnymen' é o que podemos chamar de a melhor coisa que o rock pode oferecer: uma banda com uma discografia genial, um enorme respeito pelo público e pela mídia que, consequentemente, sempre idolatraram a banda.

Ian McCulloch, Will Sergeant, Les Pattinson e Pete de Freitas

echo and the bunnymen

echo and the bunnymen - the killing moon (live)


Killing Moon: The Best of Echo and The Bunnymen (2007)

Killing Moon: The Best of Echo and The Bunnymen (2007)
CD 1    CD 2

Tracklist CD 1
01. Pictures on My Wall 02. The Puppet 03. Do it Clean 04. Crocodiles05. Rescue 06. All That Jazz 07. Villers Terrace 08. Show of Strength 09. Over the Wall 10. A Promise 11. With a Hip 12. All My Colours 13. The Cutter 14. The Back of Love 15. Higher Hell 16. Gods Will Be Gods 17. Never Stop 18. Heads Will Roll

Tracklist CD 2
01. The Killing Moon 02. Silver 03. Angels and Devils 04. Ocean Rain 05. My Kingdom 06. Seven Seas 07. Crystal Days 08. Bring On the Dancing Horses 09. People Are Strange 10. Bedbugs and Ballyhoo 11. The Game 12. Lost and Found 13. Thorn of Crowns 14. Lips Like Sugar 15. Zimbo (Live) 16. Do It Clean (Live) 17. Ocean Rain (Live) 18. The Killing Moon (Live)

terry callier

Terry CallierA sua voz aquece, sua música é para ser ouvida em frias noites solitárias. Terry Callier é guitarrista, cantor e compositor de jazz, soul e folk. Praticamente desconhecido ao longo de décadas, finalmente começou a ganhar o reconhecimento após a sua redescoberta durante o início dos anos 90. Nascido em Chicago, aprendeu a tocar piano aos três anos, começou a compor aos onze. Cresceu cantando em grupos doo-wop, um estilo musical vocal baseado no rhythm and blues e caracterizado por um backing vocal harmonioso e suave. Amigo de infância de Curtis Mayfield enquanto freqüentava a faculdade, ele aprendeu a tocar violão, e eventualmente tocava no ‘Fickle Pickle’ um café de Chicago onde chamou a atenção de Charles Stepney, arranjador da Chess Record, que produziu o single de estréia de Callier ‘Look at Me Now’ em 1962. Em 1964, conheceu o produtor Samuel Charters do selo ‘Prestige’, um ano depois eles entraram no estúdio para gravar ‘The New Folk Sound of Terry Callier’, no entanto, Charters viajou para o México com as fitas originais e o álbum só foi lançado sem alarde em 1968.

Terry Callier lançou várias obras-primas nos anos 70, mas nunca atingiu o estrelato. Destemido, continuou a ser um personagem da cena musical de Chicago e em 1970 ele e seu parceiro Larry Wade, e seu amigo de infância Jerry Butler juntaram-se para compor e gravaram para rótulos locais. O sucesso aconteceu em 1972 com a música ‘I Just Can't Help Myself’ que acabou juntando novamente Callier com Charles Stepney, agora produtor da ‘Cadet’, que rendeu o álbum ‘Occasional Rain’ em 1973, uma bela fusão de folk e jazz que lançou as bases para o álbum do ano seguinte, ‘What Color Is Love?’, uma jóia rara, um álbum fabuloso, a começar pela capa, uma guitarra acústica nos levando para o folk e uma vocalização completamente soul. Apesar das criticas favoráveis e de construir uma base de fãs dedicados, Callier não conseguiu sucesso comercial, e depois de gravar ‘I Just Can't Help Myself’ em 1975 foi demitido.

terry callier

Terry Callier ressurgiu em 1978 e finalmente conquistou as paradas de sucesso com o single ‘Sign of the Times’ e até apareceu no ‘Montreux Jazz Festival’. No entanto, depois de mais alguns anos de turnês ele praticamente desapareceu. No início dos anos 80 abandonou a música, pois, foi-lhe concedida a custódia da sua filha Sundiata de 12 anos de idade e decidiu procurar uma fonte de rendimentos mais estável. Estudou programação de computadores e em 1984 conseguiu um emprego na Universidade de Chicago. Ressurgiu das cinzas quando DJ's britânicos descobriram as suas antigas gravações, começando a tocá-las em discotecas. Terry convidado para tocar em clubes londrinos, nos seus períodos de férias no emprego, renasceu para uma geração pronta a reconhecer a sua qualidade. Posteriormente regressou às gravações publicando o álbum ‘Time Peace’ em 1998, o seu debut em uma grande gravadora depois de duas décadas com o qual ganhou o prêmio ‘Time For Peace’ atribuído pelas Nações Unidas, pela relevante contribuição artística para a paz mundial. Curiosamente, os seus colegas na Universidade de Chicago nada sabiam da vida de Callier como músico, mas após o prêmio as notícias da sua vida secreta tornaram-se conhecidas, levando-o a ser demitido pela empresa. Callier continuou a sua carreira musical.

terry caller - keep your head right


terry callier - what color is love (1973)    terry callier - Time Peace (1998)

What color is love? (1973)
Time Peace (1998)

Tracklist: What color is love? (1973)
01. Dancing Girl 02. What Color Is Love 03. You Goin' Miss Your Candyman 04. Just As Long As We're In Love 05. Ho Tsing Mee (A Song Of The Sun) 06. I'd Rather Be With Yo 07. You Don't Care

Tracklist: Time Peace (1998)
01. Ride Suite Ride (Intro) 02. Lazarus Man 03. Keep Your Heart Right 04. Aka New York Al 05. Traitor To The Race 06. C'Est La Vie 07. Java Sparrow 08. Coyote Moon09. People Get Ready / Brotherly Love 10. Love Theme From Spartacus 11. No More Blues12. Timepeace / No One Has To Tell You / Build A World Of Love

terry callier - occasional rain (1973)    terry callier - I just can't help myself (1975)

Occasional Rain (1973)
I Just Can't Help Myself (1975)

Tracklist: Occasional Rain (1973)
01. Segue #1 - Go Ahead On 02. Ordinary Joe 03. Golden Circle 04. Segue #5 - Go Ahead On 05. Trance On Sedgewick Street 06. Do You Finally Need A Friend 07. Segue #4 - Go Ahead On 08. Sweet Edie-D 09. Occasional Rain 10. Segue #2 - Go Ahead On 11. Blues For Marcus 12. Lean On Me 13. Last Segue - Go Ahead On

Tracklist: I Just Can't Help Myself (1975)
01. (I Just Can't Help Myself) I Don't Want Nobody Else 02. Brown-Eyed Lady 03. Gotta Get Closer to You 04. Satin Doll 05. Until Tomorrow 06. Alley-Wind Song 07. Can't Catch The Trane 08. Bowlin' Green

terry callier - collected (2007)    terry collier - life lessons (2006)

Collected (2007)

Life Lessons: The Best of
CD 1    CD 2

Tracklist: Collected
01. Dancing Girl 02. Love Theme From Spartacus 03. Ordinary Joe 04. What Color Is Love 05. Lean On Me 06. Trance On Sedgewick Street 07. I'd Rather Be With You 08. Browm Eyed Lady 09. Until Tomorrow 10. Satin Doll 11. Keep Your Heart Right 12. I Just Can't Help Myself I Don't Want Nobody Else 13. Sunset Boulevard 14. Love Can Do 15. Comin' Up From Babylon

Tracklist: Life Lessons: The Best of
CD 1: 01. Spin, Spin, Spin 02. 900 Miles 03. Look At Me Now 04. I’m A Drifter 05. Be My Woman [Live Chicago 1964]06. Ordinary Joe [Original Demo] 07. Can’t Catch The Trane [Original Demo] 08. Alley Wind Song [Original Demo] 09. You Goin’ Miss Your Candyman 10. Dancing Girl 11. African Violet [Live Washington DC 1982] 12. Big City [Live Washington DC 1982]
CD 2: 01. I Don’t Want To See Myself (Without You) 02. If I Could Make You (Change YOur Mind) 03. Lazarus Man 04. No More Blues 05. Monuments Of Mars 06. Darker Than A Shadow 07. Sierra Leone 08. Jazz, My Rhythm & Blues 09. Midnight Mile 10. What Colour Is Love? (Live London 2001) 11. Step Into The Night (Live London 2001) 12. People Get Ready (Live London 2001)

motörhead

motörhead 1‘Motörhead’ é uma banda inglesa formada em 1975, pelo vocalista, letrista e baixista Lemmy Kilmister depois de ser expulso da banda ‘Hawkwind’, por ter sido retido no aeroporto do Canadá por porte de cocaína que na verdade se tratava de anfetamina. Depois de expulso, montou com o baterista Lucas Fox e Larry Wallis a banda ‘Bastards’, mas em seguida mudou o nome para ‘Motörhead’, uma gíria americana usada por viciados em anfetaminas. Insatisfeito com os outros integrantes, que considerava muito ruins, Lemmy reformulou a banda chamando o baterista Philty 'Animal' Taylor e o guitarrista Fast Eddie Clarke, fazendo história com esta formação e tornando-se uma das bandas que mais influenciou o gênero, recebendo também o título de ‘a mais barulhenta do mundo’. Seis anos mais tarde, o som criado pelo grupo passou a ser conhecido como trash metal. Lemmy tornou-se uma marca registrada do grupo, caracterizado pelo vocal gutural, conquistando fãs com um som pesado, que agradou a metaleiros e punks, e o grupo um dos mais respeitados e queridos do heavy metal. ‘Ace of Spades’ é a música mais famosa do ‘Motörhead’ e fala sobre jogatinas e riscos. Lemmy admite que não suporta mais tocar essa música, mas continua porquê, de acordo com ele: ‘se eu fosse a um show do Little Richard, eu gostaria de ouvir ‘Long Tall Sally’.

Mickey Dee, Lemmy Kilmister e Phil Campbell

motörhead - Mickey Dee, Lemmy e Phil Campbell

motörhead - I don't believe a word


Motörhead – Overnight Sensation (1996)

Overnight Sensation (1996)

Tracklist
01. Civil war 02. Crazy like a fox 03. I don't believe a word 04. Eat the gun 05. Overnight sensation 06. Love can't buy you money 07. Broken 08. Them not me 09. Murder show 10. Shake the world 11. Listen to your heart

Motörhead - The Essential (2007)

The Essential (2007)
CD 1    CD 2

Tracklist CD 1
01. Motorhead 02. White Line Fever 03. Iron Horse/Born To Lose 04. Louie Louie 05. Overkill (Long Version) 06. Too Late, Too Late 07. Damage Case 08. Tear Ya Down 09. Bomber 10. All The Aces 11. Stone Dead Forever 12. Ace Of Spades 13. (We Are) The Roadcrew 14. The Chase Is Better Than The Catch 15. Live To Win 16. The Hammer 17. Please Don't Touch (by Headgirl) 18. Stay Clean 19. Metropolis 20. Capricorn

Tracklist CD 2
01. Speedfreak 02. Iron Fist 03. Don't Need Religion 04. Another Perfect Day 05. Shine 06. Die You Bastard 07. Killed By Death 08. Deaf Forever 09. Orgasmatron 10. Dr Rock 11. Ain’t My Crime 12. Rock 'n' Roll 13. Eat The Rich 14. Dogs 15. R.A.M.O.N.E.S. 16. 1916 17. March Or Die 18. I Ain't No Nice Guy 19. Name In Vain

motörhead - greatest hits (2009)

Greatest Hits (2009)
CD 1    CD 2

Tracklist CD 1
01. Motorhead 02. Ace Of Spades 03. Overkill 04. Bomber 05. Love Me Like A Reptile 06. Shine 07. No Vlass 08. Iron Fist 09. Dead Me Tell No Tales 10. Shoot Pou In The Back 11. Too Late, Too Late 12. Killed By Death 13. Heart Of Stone 14. Stay Clean 15. I Got Mine 16. Orgasmatron 17. Eat The Rich 18. Rock ' n ' roll 19. The One To Sing The Blues 20. I'm So Bad 21. Cat Scratch Fever 22. Delliraiser

Tracklist CD 2
01. On Pour Feet Or On Pour Kness 02. Death Or Glory 03. Born To Raise Hell 04. Sacrifice 05. Over Pour Shoulder 06. Civil War 07. Overnight Sensation 08. Love For Sale 09. Dogs Of War 10. Shake Bite Love 11. Slow Dance 12. God Save The Queen 13. Walk A Crooked Mile 14. Down The Line 15. Terminal Show 16. Killers 17. Sucker 18. One Night Stand 19. Devil I Know 20. Runaround Man 21. Rock Out

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